quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O CASAMENTO DE RACHEL - confesso que achei que fosse melhor!!!

Olá

Ontem consegui ver um dos filmes que eu estava mais ansioso para conferir. Para a minha TOTAL DECEPÇÃO eu não gostei tanto assim como a maioria dos blogueiros dos quais já tinha lido comentários.

Filme: O CASAMENTO DE RACHEL (Rachel Getting Married, EUA, 2008) – DRAMA

Sinopse: Kym (Anne Hathaway) sai do Centro de Reabilitação de Dependentes para vai visitar sua família devido ao casamento de sua irmã, Rachel (Rosemarie DeWitt), do qual será madrinha. Ela carrega consigo um histórico de conflitos pessoais e familiares, que aos poucos se manifestam no período em que está no local.

O filme começa com uma marcha nupcial, indicando que um casamento esta por vir. Então, logo vemos Kym sair de um Centro de Reabilitação acompanhada do pai e da madrasta. Dentro do carro seus problemas pessoais e seus conflitos já começam vir à tona. Seu estado de humor muda completamente de uma para outra, tornando assim mais complicado sua relação com seus familiares.

A afinidade entre Kym e Rachel não é das melhores, mas as duas dão a entender que se amam muito, principalmente no decorrer do filme. No entanto, Rachel sempre se sentiu deixada de lado pelos pais, pois eles estavam mais preocupados com a irmã viciada e problemática, até mesmo agora com a celebração de seu casamento.

A lavação de roupa suja é constante na história. Conflitos do passado e situações tristes vêm a tona a cada momento. Porém um fato é mais marcante e contribuiu muito para a piora de Kym e também para a separação de seus pais, um fato que entristece toda a família.

Enfim, “O Casamento de Rachel” é um filme sobre a vida real. Talvez por isso não gostei tanto. E pra piorar, a filmagem é como se tivesse sido feita por uma câmera amadora e as vezes se confunde com as próprias filmagens de um dos convidados do casamento.

Não nego que as atuações são incríveis, ESSE SIM É UM PONTO POSITIVO. Filmes nesse estilo, como “Margot e o Casamento” necessitam de atores mais convincentes, ou seja, que nos façam crer que aquela situação é real ou poderia ser semelhante na vida real. A Anne Hathaway está maravilhosa – a carga dramática é no ponto certo – mas outra que também rouba a cena é a Rosemarie DeWitt que interpreta a Rachel – bela e forte ao mesmo tempo.

AH: A TRILHA SONORA TAMBÉM É MUITO INTERESSANTE.


Mas apesar disso, NÃO RECOMENDO!

sábado, 8 de agosto de 2009

ELE NÃO ESTÁ TÃO AFIM DE VOCÊ e A RECRUTA HOLLYWOOD

Olá

Apesar de não postar com a freqüência que eu gostaria : ), não acessar os blogs que eu acompanho com a freqüência que eu gostaria : ) e não assistir filmes com a freqüência que eu gostaria : ) estou tentando...

VOU CONSEGUIR!

Os dois últimos filmes que conferi foram indicações de amigas minhas. Um fato curioso foi que o filme que eu mais gostei (Ele Não Está Tão Afim de Você), dentre os dois, eu desconhecia. Ou se conhecia não me lembrava. Mas enfim, são duas boas indicações...

1º filme: ELE NÃO ESTÁ TÃO A FIM DE VOCÊ (He's Just Not That Into You, EUA, 2009) – DRAMA

Sinopse: Adaptação do best-seller escrito por Greg Behrendt e Liz Tuccillo sobre grupo de pessoas em Baltimore e seus desafios para lidar com o comportamento humano. Gigi (Ginnifer Goodwin) é uma romântica convicta, que após um encontro com Conor (Kevin Connolly) espera que ele ligue no dia seguinte, o que não acontece. Gigi resolve ir até o bar onde se conheceram, na esperança de reencontrá-lo. Lá ela conhece Alex (Justin Long), amigo de Conor. Ele tem uma visão bastante realista sobre os relacionamentos amorosos e tenta ajudar Gigi a descobrir os sinais de uma paquera, ou seja, se ela vai dar certo ou não. Por sua vez Conor é apaixonado por Anna (Scalett Johansson), uma cantora que o trata apenas como amigo e que se apaixona por Ben (Bradley Cooper), casado com Janine (Jennifer Connelly). Janine trabalha com Gigi e tenta ajudá-la em seus casos amorosos. Outra colega de serviço é Beth (Jennifer Aniston), que namora Neil (Ben Affleck) há 7 anos e sonha em um dia se casar, apesar dele ser contrário à idéia. No meio dessa história toda, ainda tem a Mary (Drew Barrymore) que é amiga de Anna e a encoraja a ter um caso com Ben, pois este poderia ser o homem de sua vida, no entanto a própria Mary não consegue ter um relacionamento sério, já que sua vida pessoal se resume à sites de relacionamentos e seu namorados são meros integrantes desse mundo virtual.

Como deu para perceber na sinopse, este é um filme sobre o relacionamento Homem/Mulher. Com um elenco repleto de estrelas, Ken Kwapis conseguiu abordar de forma esplêndida cada história em particular, mostrando as nuances de cada relacionamento de um jeito franco e realista.

A personagem de Ginnifer Goodwin – uma atriz encantadora que desconhecia até então – é quem dá um pontapé inicial nesta história. As dúvidas que Gigi enfrenta nos seus relacionamentos são as mesmas que a maioria das mulheres também afronta. Ela se entrega de corpo e alma à paixão, porém esse sentimento não é correspondido da mesma forma. É neste ponto que entra o personagem do Justin Long, é ele que dá conselhos amorosos a Gigi, através de seu ponto de vista masculino. Ele a ajuda a identificar os sinais positivos e negativos de uma relação.

Nesse meio tempo ainda existem diversos personagens, com histórias bem interessantes. Há a mulher descontente com o casamento, cujo marido tem um caso com uma garota que também trai seu companheiro; a jovem obcecada por um rapaz que não lhe dá chance alguma; e ainda uma mulher sempre confusa sobre seus relacionamentos, ainda mais em tempos de tecnologia, quando algumas pessoas se importam mais com computadores do que com o contato humano.

UM ÓTIMO FILME. Engana-se quem pense que este filme seja uma comédia romântica. TRATA-SE DE UMA DRAMA, muito realista por sinal, que faz com que muitas pessoas se identifiquem com pelo menos uma das histórias abordadas no longa. RECOMENDO MUITO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Arrisco dizer que é um dos melhores filmes que vi este ano.


2º filme: A RECRUTA HOLLYWOOD (Major Movie Star, EUA, 2008) – COMÉDIA

Sinopse: Megan (Jessica Simpson) é uma admirada estrela de cinema. Ela decide alistar-se no exército para conseguir satisfação pessoal.Uma vez no acampamento, ela se dá conta de que cometeu um erro mas decide persistir com seu propósito para não decepcionar o seu país.

Este filme estrelado pela Jessica Simpson poderia ser considerado um remake do clássico filme dos anos 80 “A Recruta Benjamin”, uma divertida comédia que deu a segunda indicação ao Oscar para a atriz Goldie Hawn. No entanto o roteiro é diferente, mas a essência continua a mesma. Em “A Recruta Benjamin” Goldie Hawn interpreta uma judia ricaça e ociosa que quer arrumar algo para fazer e se alista no exército. Já em “A Recruta Hollywood” Jessica Simpson faz a mesma garota mimada e rica, mas que dessa vez é uma estrela de Hollywood, mas que só faz filmes de gosto duvidoso e que é claramente manipulada por seu Agente e por seu Empresário. Para provar que pode dar a volta por cima e que tem algum valor, após ser traída por seu namorado e ter todo o seu dinheiro roubado pelo seu contador (que é seu primo), Megan alista-se no exército. Lá ela espera relaxar e conseguir esquecer sua vida cheia de turbulências. O que Megan não sabia, por burrice mesmo (por causa de filmes assim que a fama das loiras só aumenta, claro que de forma errônea), é que o exército é uma instituição séria cheia de regras e comandos dos quais seus integrantes devem seguir. Desesperada e cansada com a forma rígida que o exército trata os soldados, Megan tenta sair, mas é impedida. Para piorar a situação, a Primeiro Sargento só sabe pegar no pé dela e de suas novas amigas. Ela faz de tudo para tornar a vida de Megan um inferno, mas de forma bem cômica é claro.

NÃO QUE SEJA UM ÓTIMO FILME. Mas conseguiu me divertir e tenho certeza que divertirá muitas outras pessoas. Recomendo!!!!!!!!!!!!!!


Abraços a todos e espero que gostem das dicas : )

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

EVOCANDO ESPÍRITOS e PRESSÁGIO - suspense para todos os gostos...

Olá

Conferi neste fim de semana um filme de terror e outro de suspense. Dois lançamentos que prometem agradar os amantes desses tipos de filme. Apesar de ter gostado dos dois, esperava mais do segundo, mesmo tendo ouvido muitas críticas dele em outros blogs. Mas dentre os dois filmes que comentarei, achei “Evocando Espíritos” superior.

1º filme: EVOCANDO ESPÍRITOS (The Haunting in Connecticut, EUA, 2009) – TERROR

Sinopse: Quando Matt (Kyle Gallner), filho de Sara (Virginia Madsen) e Peter Campbell (Martin Donovan), é diagnosticado com câncer, toda a família precisa se mudar para um local mais próximo da clínica onde realizará seu tratamento. O que a família não sabia era que a casa para onde se mudaram fora usada muitos anos antes como centro de pesquisa de espíritos.

Filmes de terror ou até mesmo suspense não agradam a todos, no entanto, nos deparamos a cada ano com muitas produções cinematográficas desse gênero e até mesmo remakes de clássicos do terror como A Profecia e agora mais recentemente A Hora do Pesadelo.

Evocando Espíritos surgiu de uma história real, onde a família Campbell, ao se mudar para a região norte de Connecticut, se vê envolvida com forças sobrenaturais demoníacas que ameaça a vida de todos, mas principalmente a vida do filho mais velho. No filme este filho se chama Matt e desde sua primeira noite na casa ele começa a apresentar sintomas estranhos, ao mesmo tempo em que tinha visões. De início sua mãe desconfia que seja uma reação ao tratamento do câncer, todavia no decorrer da história vemos que a casa possuía uma história perturbadora que envolvia seus antigos moradores: além da casa ter sido uma funerária, lá eram realizadas sessões de evocação de espíritos, onde o filho do proprietário era o médium que servia de portal para as entidades se comunicarem como o nosso mundo.

Apesar de não acreditar nesse tipo de história, pelo menos não do jeito que é mostrado no filme. “Evocando Espíritos”, assim como o “Exorcismo de Emily Rose”, promete deixar muitas pessoas sem sono.

Mas uma coisa eu tenho certeza ao assistir filmes de terror: JESUS É MAIOR QUE TUDO!

2º filme: PRESSÁGIO (Knowing, EUA/Austrália, 2009) – SUSPENSE

Sinopse: Em 1959 um grupo de alunos enterra uma cápsula do tempo, que apenas será aberta daqui a 50 anos. Porém uma das cartas deixadas na cápsula, feita por uma garota, traz uma série de números aleatórios. Meio século depois a cápsula é aberta e esta carta chega às mãos de Caleb Koestler (Chandler Canterbury). O pai dele, o professor de astrofísica John Koestler (Nicolas Cage), percebe que trata de uma mensagem codificada que misteriosamente prediz as datas e os números de mortos de cada uma das grandes tragédias ocorridas nos últimos 50 anos. Agora John precisa tentar desvendar esse mistério, pois percebe que o que está acontecendo não é uma simples coincidência e sim algo muito maior que envolverá a vida de todos no planeta.

Quando li a sinopse do filme e vi o trailer me interessei muito. Achei super criativa a história, pois prometia mistério e suspense. Coisas que adoro em um filme. Porém o que me deixou preocupado foi o Nicolas Cage como ator principal.

Realmente a presença do Nicolas Cage não acrescentou nada de bom ao filme, pelo contrário, enfraqueceu o longa tornando-o mais um filme catástrofe dispensável. Não que eu não goste dele como ator, mas em muitos dos seus filmes sua atuação é questionável. Mas como disse antes: achei criativa a história. Porém no desenrolar do longa, quando muitas respostas são reveladas, nos deparamos com o quão absurdo o filme se torna. Claro que é uma ficção, no entanto quando vejo um filme de ficção espero que ele prenda a atenção de nós expectadores de uma maneira que faça-nos pensar que aquilo possa vir a acontecer um dia. MAS O FINAL ACABOU COM ESSA MINHA EXPECTATIVA.

Fica então a dica de filmes : )

terça-feira, 28 de julho de 2009

HELLBOY 2 e O VIZINHO: as aparências enganam...

Olá

Em dias de frio, nada melhor do que dormir e comer. Como aqui no Paraná junto com as baixas temperaturas veio a chuva. Assistir filme foi o meu único consolo neste fim de semana. Nada de muito especial mais uma vez, porém de bastante valia para aqueles que buscam longas que não têm grandes pretextos.


1º filme: Hellboy 2: O Exército Dourado (Hellboy 2: The Golden Army, EUA/Alemanha, 2008) - AVENTURA

Sinopse: Nessa segunda aventura do anti-herói Hellboy, o reino dos seres fantásticos está em plena guerra contra a humanidade. O Príncipe Nuala (Luke Goss) resolve reunir os fragmentos de uma coroa para despertar o lendário exército dourado, composto por máquinas assassinas aparentemente indestrutíveis, para assim vencer a batalha. Mas Hellboy (Ron Perlman) e seus aliados fazem de tudo para defender o planeta.

Neste filme, Hellboy continua o mesmo. Comer doces, beber cerveja e assistir TV continua sendo seu passa tempo favorito. No entanto, sua relação com Liz Sherman parece estar passando por uma crise amorosa. Enquanto isso, a ultra-secreta Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais tenta manter a ordem entre o nosso mundo e o reino dos seres fantásticos.

Dirigido por Guilhermo Del Toro (um diretor que eu adoro, digna-se de passagem), Hellboy 2 cumpre seu papel. Eu adoro ver personagens da Marvel virando filme. Apesar de não conhecer as HQs do Hellboy, acredito que Del Toro fez um bom trabalho. Temos romance, humor e acima de tudo bastante ação e aventura.

PS: Nas cenas finais do filme temos uma noção do que podemos ver no próximo Hellboy. Achei bastante interessante. Não julguem o monstrengo do inferno pela sua aparência. VALE ENTÃO A DICA!!!


2º filme: O Vizinho (Lakeview Terrace, EUA, 2008) – SUSPENSE

Sinopse: Um jovem casal (Patrick Wilson e Kerry Washington) acaba de se mudar para a sua casa dos sonhos, na Califórnia, e torna-se alvo do vizinho. O vizinho é um homem severo, pai viúvo e policial de Los Angeles (Samuel L. Jackson) que elegeu a si mesmo cão de guarda da vizinhança.

Esse filme me decepcionou, pois esperava uma trama mais elaborada e cenas de suspense mais vigorosas. Pela sinopse o filme não diz muita coisa. Poderia ser uma comédia, se a intenção fosse essa acho que se sairia muito bem. Mas não, pois vemos um vizinho rancoroso e cheio de malícias que inferniza (mas nem tanto) a vida do recém chegado casal - um homem branco e uma mulher negra. Acho que aí começa o conflito entre os personagens, já que Abel Turner (Samuel L. Jackson) não aceita a união dos dois. Mas aí o filme escorrega na maionese: O QUE ELE TEM HAVER COM A VIDA DOS DOIS? O QUE ELES FAZEM NÃO DIZ RESPEITO A NINGUÉM! Mas Abel não compartilha da mesma opinião que a minha. Dessa forma, começa sua saga para tornar a vida do casal num inferno e assim, quem sabe, eles possam se mudar.

É UM FILME ESTRANHO!!! O final não é dos melhores. QUEM VIU SABE DO QUE ESTOU FALANDO!!!

Abraços e até mais : )

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CONTROLE ABSOLUTO e BIG STAN - para o momento é só...

Olá

Ainda não estou tendo muito tempo para conferir os filmes que eu tenho. Fiz uma contagem ontem e faltam 24 filmes para eu assistir. Filmes que eu já adquiri há algum tempo, mas conforme vão surgindo outros mais novos (lançamentos) eu vou deixando os mais antigos para depois.

A última leva não foi muito boa, porém serve como um bom entretenimento. Assim, os últimos filmes que eu conferi foram os seguintes:

1º filme: Controle Absoluto (Eagle Eye, EUA/Alemanha, 2008) – Drama/Suspense

Sinopse: Jerry Shaw (Shia LaBeouf) e Rachel Holloman (Michelle Monaghan) são dois estranhos cujos caminhos se cruzam depois de um telefonema feito por uma mulher desconhecida. Ameaçando a vida deles e de suas famílias, a misteriosa voz os coloca em uma série de situações crescentemente perigosas usando a tecnologia do dia-a-dia para rastrear e controlar todos os seus movimentos.

Não é um filme ruim, pelo contrário, mas deixou a desejar. É complicado imaginarmos que existe algo (neste caso o governo) monitorando nossas vidas. No entanto, isso já existe, pois somos vigiados constantemente por câmeras e quem diria que os nossos e-mails e nossas ligações telefônicas também não são monitoradas. Parece até uma teoria de conspiração, mas é esse tipo de controle que o filme aborda.

Na trama, conforme Jerry e Rachem obedecem às ordens dessa voz misteriosa – que segue seus passos constantemente - a situação se agrava. Os dois tornam-se os fugitivos mais procurados do país e precisam trabalhar juntos para descobrir o que realmente está acontecendo. O que eu não gostei do filme é que essa situação de vigia/controle parece bastante forçada. Por mais que exista esse tipo de domínio por parte do governo, não existe – ainda – uma tecnologia que pode controlar todos os tipos de aparelhos eletrônicos em geral. Pelo menos que eu saiba. Mas apesar disso, eu achei o filme bem legal, tem ótimas cenas de ação e explosão que nos consegue prender do início ao fim, típicas desse gênero.

2º filme: Big Stan – Arrebentando na Prisão (Big Stan, EUA, 2007) - Comédia

Sinopse: Ao ser sentenciado por fraude, o corretor trambiqueiro Stan (Rob Schneider) entra em pânico com o que o aguarda na prisão, principalmente a idéia de se tornar o "namorado" de algum condenado grandalhão. Aproveitando seus últimos meses de liberdade, busca a ajuda de um misterioso guru das artes marciais, conhecido apenas como O Mestre (David Carradine), que milagrosamente consegue transformar o atrapalhado malandro num especialista em kung fu.

Quando chega à prisão, Stan se vê no meio de diversas gangues rivais – dos negros, dos nazistas e até dos latinos – típico de qualquer cadeia norte-americana. Sem querer tomar lado de nenhuma delas, Stan apenas se defende com os golpes de Kung Fu que O Mestre lhe ensinou. Com o decorrer do tempo, sua fama cresce e ele se torna o homem mais respeitado da cadeia. Mas um plano ambicioso do administrador da prisão ameaça a tranqüilidade dos detentos depois que Stan tornou-se seu líder.

Poderia ser uma comédia bem interessante, mas da metade do filme pra frente o enredo perde fôlego e a história se torna bem monótona, pois tudo que era engraçado já acontece na primeira metade do filme.


Ficam aí as dicas de filmes =D

Até mais.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

HARRY POTTER E O ENIGMA DO PRÍNCIPE - um filme fantástico, mas que não conseguiu superar o livro...

Olá

Ontem eu fui ao cinema assistir a estréia de um dos filmes mais aguardados do ano ou o mais aguardado do ano, principalmente para as crianças e adolescentes. Eu como sou fã da série já faz muito tempo, já li todos os livros e vi os filmes inúmeras vezes, estava aguardando esta estréia com muita ansiedade.

A minha história de ida ao cinema foi mais ou menos uma maratona: vi os horários das salas dos cinemas aqui da minha cidade, eu queria ir ver a sessão das 19:30, porém uma amiga me liga dizendo que todos os horários estão esgotados. Pra quê! Achei um absurdo, tentei ligar no shopping, mas ninguém atendia. Sai do trabalho e fui me encontrar com essa minha amiga. Cheguei lá era 17:15. A fila estava enorme: tinha fila pra comprar o ingresso e fila pra entrar na sala. A molecada foi em peso. Como tinha uma fila enorme, resolvi perguntar se tinha ingresso ainda pra sessão das 19:30: a moça da bilheteria disse que não, já tinha esgotado, mas que ainda tinha pro horário das18:15. Nossa, perfeito, melhor ainda! Fomos então para a sala, que lotou.

O filme começou na maior gritaria, mas conforme a história foi passando o silêncio tomou conta da sala, silêncio este que só era interrompido pelas peripécias vividas pelo cômico amigo de Harry Potter, Rony Weasley.

É nesse momento de descontração que começa meus comentários sobre o filme, que por sinal é mais sombrio que engraçado.

Sinopse: Enquanto Harry (Daniel Hadcliffe) inicia o sexto ano letivo em Hogwarts, Lorde Voldemort espalha destruição por toda a Inglaterra e a pressão para derrotá-lo torna-se cada vez mais forte. Usando um antigo livro de poções que pertenceu ao “Príncipe Mestiço”, Harry aprofunda seus conhecimentos de magia e prepara-se para a batalha. Antes, porém, ele precisa ajudar Dumbledore a descobrir o segredo da cruzada de Voldemort para conseguir a eternidade – os esconderijos de seus Horcruxes. Mas a busca pelos Horcruxes leva a uma batalha em Hogwarts, com um terrível desfecho, e Harry acredita que deve seguir sozinho para derrotar o Lorde das Trevas.

Quem leu o livro perceberá inúmeras mudanças e inclusive uma ou duas cenas que não existem na obra de J. K. Rowling. EU GOSTEI DO RESULTADO FINAL, porém a minha decepção veio a tona quando vi que inúmeros trechos do livro, que eu sonhava em ver materializado no filme, simplesmente foram ignorados pelo roteirista. Não falo de partes secundárias que não fariam a menor diferença se estivessem no filme ou não, falo sim de partes que são cruciais para a compreensão de quem era Tom Ridley e de como ele se transformou no Lord Voldemort. Acho que no filme Dumbledore mostra ao Harry três lembranças no máximo, mas no livro as lembranças são muitas, desde sobre a mãe e a família de Tom Ridley até ele mais velho, quando vai pedir emprego de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts. Também me decepcionei com a cena do lago, no livro é bem mais assustador, lembro que fiquei todo arrepiado de medo quando li. E minha última decepção foi no final propriamente dito, pois no livro Rolling narra uma batalha incrível entre os alunos de Hogwarts junto com os professores e membros da AD (Armada Dumbledore) contra os Comensais da Morte e um grupo de Lobisomens. No filme isso não acontece.

Apesar das frustrações, enxerguei inúmeros progressos na franquia. Os atores estão mais maduros – não falo isso fisicamente e sim profissionalmente – e a fotografia do filme é incrível – a melhor de todos. O ar sombrio não é surpresa para ninguém, todos vimos nos filmes anteriores que Voldemort (aquele que não deve ser nomeado) voltou a aterrorizar o mundo dos bruxos, espalhando medo a todos. No entanto, o ar cômico fica a cargo de Rony e sua namorada Lilá Brown, uma garota extremamente apaixonada por ele (do tipo grude).

Harry Potter não é mais um simples garoto que sobreviveu ao feitiço mortal, agora ele está ciente do seu papel no combate ao Lorde das Trevas. Ele tem que enfrentar Voldemort, não porque uma profecia diz isso, mas porque essa é sua vontade, já que ele matou seus pais e é responsável pela morte de inúmeros bruxos e trouxas no mundo todo. A amizade de Harry com Hermione e Rony se fortalece ainda mais e romances surgem na vida dos três. Combater Voldemort e seus Comensais da Morte não será a única preocupação de Harry, agora ele terá que encontrar os terríveis Horcruxes e destruí-los.

O tal livro do Príncipe Mestiço é um mero coadjuvante no filme – ao contrário do que se passa no livro de Rowling – mas mesmo assim a revelação de quem é o Príncipe Mestiço e a circunstância que esse fato é revelado é bastante chocante.

Analisando o filme, sem levar em conta o livro, eu o considero muito satisfatório. Mas ainda fico com a sensação de que David Yates quis agradar mais as críticas que os fãs.

DRACO DORMIENS NUNQUAM TITILANDUS

Trailer legendado:

domingo, 12 de julho de 2009

O MENINO DO PIJAMA LISTRADO e DÚVIDA: ótimos filmes, como já era de se esperar...

Olá

Me desculpe pela falta de post, mas é que nas últimas semanas não tive tempo para assistir filmes. Estou com vários título e prometo que assim que conferi-los os comentarei aqui no Tomada 7. Na verdade na semana retrasada eu assisti o Transformers, mas como não tinha muito o que falar (quem viu o filme sabe do que se trata) fiquei sem comentar mesmo :)

Ah recebi dois selos esses dias tbém. Logo os publicarei em meu blog!

Então, ontem e hoje consegui assisti a dois filmes e os dois atingiram a minha expectativa. Ambos muito bons, gostei muito e RECOMENDO... Vou comentá-los na ordem do que eu mais gostei.

1º filme: O MENINO DO PIJAMA LISTRADO ((The Boy in the Striped Pajamas, Inglaterra, EUA, 2008)

Sinopse: Bruno, de oito anos de idade, é o filho de um oficial nazista cuja promoção leva toda família a deixar sua confortável casa em Berlim para seguir para uma área isolada onde o menino solitário não tem o que fazer e nem com quem brincar. Muito entediado e movido pela curiosidade, Bruno ignora as recomendações da mãe de não explorar o jardim dos fundos e segue para a fazenda que ele viu a certa distância. Lá ele encontra Shmuel, um menino da sua idade que vive uma existência paralela e diferente do outro lado da cerca de arame farpado.

Filmes sobre os horrores do nazismo e sobre a segunda guerra existem aos montes, mas este é um pouco diferente, pois vemos a guerra do ponto de vista de uma criança de 8 anos - cheia de inocência e alheia ao preconceito, ao ódio e a violência que cercaram esse triste período da história alemã e mundial, onde os judeus eram levados aos campos de concentração e exterminados como animais.

Bruno na verdade não entende o que é aquilo, ele pensa que é uma fazenda, porém logo percebe que tem algo estranho com os seus moradores, pois todos usam pijamas listrados. No decorrer do filme, Bruno conhece Shmuel (uma criança judia) que vive no campo de concentração, ele o ajuda a refletir sobre o mundo adulto ao seu redor. Os encontros frequentes entre os dois garotos se transforma em uma amizade com conseqüências devastadoras. ÓTIMO FILME!!! É horrível imaginarmos que isso realmente acontecia e num período nem tão distante da nossa história. UMA PENA.

Ah: fiquei sabendo que é uma adaptação de um livro homônimo do escritor John Boyne e que o filme tem muitas diferenças do livro. Assim, fiquei curioso em ler o livro também.

2º filme: DÚVIDA (Doubt, EUA, 2008)

Sinopse: a Irmã Aloysius (Meryl Streep), diretora com mãos de ferro da escola St. Nicholas no Brox, desconfia do excessivo interesse do vibrante e carismático padre Flynn (Philip Seymour Hoffman) por um jovem estudante negro. Ambos entram em um combate verbal violento para esclarecer o caso.

Este filme é uma adaptação da peça que rendeu o prêmio Pulitzer ao dramaturgo John Patrick Shanley e recebeu 5 indicações ao Oscar. Como pode-se notar pela sinopse, a história em si é muito simples, mas é essa simplicidade que faz o filme tão interessante. São pequenos momentos, dos quais o filme está repleto, que marcam os expectadores.

O título diz tudo sobre o filme, pois quando a irmã James (Amy Adams), uma freira inocente e esperançosa conta à irmã Aloysius sobre a atitude suspeita do padre Flynn em relação a Donald, o único aluno negro da escola, a irmã Aloysius se vê motivada a empreender uma cruzada para descobrir a verdade e banir o padre da escola. Mesmo sem nenhuma prova ou evidência, exceto sua certeza moral, a irmã Aloysius trava uma batalha de determinação com o padre Flynn, uma batalha que ameaça dividir a Igreja e a escola com consequências devastadoras.

O ponto forte do filme é a atuação do grande elenco e o enredo que nos remete a dúvida em si que percorre toda a trajetória da história. Em certos momentos nos convencemos que a irmã Aloysius está certa, porém em outros o padre Flynn parece bastante verdadeiro. Não falarei mais sobre o filme, pois tudo o que eu disser soará como spoiler. Cada um que conferir poderá tirar suas próprias opiniões. EU JÁ TENHO A MINHA!!!

ABRAÇOS E ATÉ MAIS =D